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segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

[Resenha] - A menina que roubava livros




Sinopse: Durante a Segunda Guerra Mundial, uma jovem garota chamada Liesel Meminger sobrevive fora de Munique através dos livros que ela rouba. Ajudada por seu pai adotivo, ela aprende a ler e partilhar livros com seus amigos, incluindo um homem judeu que vive na clandestinidade em sua casa. Enquanto não está lendo ou estudando, ela realiza algumas tarefas para a mãe e brinca com o amigo Rudy.

 A história tem como narradora a morte, pode parecer estranho, mas é isso que torna tudo mais interessante – ela nos conta de forma objetiva e envolvente a vida de Liesel Meminger, uma jovem que fora adotada quando criança pela família Hubberman. O cenário é de uma Alemanha Nazista em que ser judeu era errado, e Liesel faz um amigo judeu que a chama de Sacudidora de Palavras e com ele vive aventuras em um porão escuro e frio. Do outro lado da rua mora seu melhor amigo, Rudy Steiner, e futuramente seu amor interrompido. Liesel partilha tudo com Rudy e ambos desenvolvem uma atividade preferida: Roubar. Para ele apenas a comida importa, para ela os livros. Liesel percebe a importância das palavras e que esta foi uma arma do Führer para conquistar o povo. 
Enquanto isso Morte faz seus próprios poemas e relata algumas histórias de guerra, a visão que temos dela no livro é bem diferente da que estamos acostumados, ela diz estar fazendo hora extra graças ao Führer e que gostaria de tirar férias, mas ninguém poderia cobrir o lugar dela.

Com certeza foi um dos melhores livros que já li até hoje, a forma da escrita se torna envolvente juntamente com a história e o fato de acontecer na Alemanha Nazista se torna ainda mais instigador para a leitura. O final é surpreendente e acredito que não fui a única a chorar.

Atualmente o livro já foi para as telonas, e se alguém estiver com medo de se decepcionar com o longa, pode ficar tranquilo que não irá. O filme ficou quase tão bom quanto o livro. 

Nota: 5 estrelas.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

[Resenha] A culpa é das estrelas - John Green


"Hazel foi diagnosticada com câncer aos treze anos e agora, aos dezesseis, sobrevive graças a uma droga revolucionária que detém a metástase em seus pulmões. Ela sabe que sua doença é terminal e passa os dias vendo tevê e lendo Uma aflição imperial, livro cujo autor deixou muitas perguntas sem resposta. Essa era sua rotina até ela conhecer Augustus Waters, um jovem de dezessete anos que perdeu uma perna devido a um osteosarcoma, em um Grupo de Apoio a Crianças com Câncer. Como Hazel, Gus é inteligente, tem senso de humor e gosta de ironizar os clichês do mundo do câncer – a principal arma dos dois para enfrentar a doença que lentamente drena a vida das pessoas. Com a ajuda de uma instituição que se dedica a realizar o último desejo de crianças doentes, eles embarcam para Amsterdã para procurar Peter Van Houten, o autor de Uma aflição imperial, em busca das respostas que desejam."

Para começar a primeira resenha do blog escolhi esse livro, mesmo sabem que quase todo mundo já leu o livro ou assistiu o filme, mas A culpa é das estrelas é tão marcante que foi impossível deixar de escrever algo, mesmo que minimamente pequeno. Foi maravilhoso conhecer a história de Hazel Grace e Augustus Waters por escrito, intenso, apaixonante e triste. Não sei como o John Green conseguiu, mas era quase como se eu estivesse com a doença (que Deus me livre) ao ler o livro e sentisse toda a raiva do mundo por ter “números a menos” do que outras pessoas. E com mais raiva ainda pelo Augustus ter menos números ainda. A história é maravilhosa e os personagens cativantes, e nos fazem pensar realmente sobre o significado da vida. Gostaria de expressar o livro em uma frase, mas a única aos pés desta história, é a que se encontra na capa:
“Você vai rir, vai chorar e ainda vai querer mais”, de Markus Zusak.

Páginas: 219.
Nota: 5 estrelas.

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